Acompanhe a fase final da COP17 através do webcast da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (UNFCCC).
01h15 (03h15): Presidente da COP retoma os trabalhos do plenário conjunto informal (CMP/COP)
00h40 (02h40): Presidência da COP interrompe a sessão e dá 10 minutos para um eventual concertar entre as duas posições que estão em cima da mesa e que têm a simples mas grande diferença de considerar ou não as palavras "resultado legal" (legal outcome) como uma possibilidade para o futuro acordo, para além de protocolo e instrumento legal.
00h28 (2h28): União Europeia aceita sugestão da Noruega que propôs à mesa uma reformulação do texto na questão legal, e sugestão da Índia na questão da equidade. Propõe mais negociações. EUA apela à adopção do “Pacote de Durban”, conjunto de documentos que considera "histórico".
00h27 (02h27): Gâmbia: está a falar em nome dos países menos desenvolvidos e alinha com a necessidade de um instrumento legal e que decisões não garantem a protecção dos países mais vulneráveis. Noruega: considera que a equidade é fundamental e afirma que considera que a posição da União Europeia é consistente com essa equidade e apela à Presidência para tentar um compromisso que ultrapasse a discordância.
00h19 (02h19): Egipto: não se tem visto uma resposta e ambição no que respeita ao Protocolo de Quioto; não se pode decidir apenas com base na forma e ela está em aberto; alinha com texto da Presidência. Chile: alinha com a posição da União Europeia porque precisamos de um instrumento legal para ultrapassar as alterações climáticas. Panamá: alinha com o texto da Presidência da COP – um acordo legal que todos os países persigam. Mais quatro delegações vão poder falar e a União Europeia vai usar da palavra novamente.
00h14 (02h14): Paquistão: alinha com a manutenção do texto como está (posição oposta à da União Europeia e Estados pequenas ilhas). Guatemala: não foi clara, mencionando apenas que quer um acordo ambicioso. El Salvador: está do lado de um instrumento legal. Brasil: acha que Durban não pode ser oportunidade perdida e alinha com o texto da Presidência.
00h02 (02h02): Bolívia: defende um regime legal e acusou os Estados Unidos da sua responsabilidade histórica (sem mencionar o seu nome). Filipinas: mencionou as t-shirts “I love Kyoto” da Rede Internacional de Acção Climática (a que a Quercus pertence) que foram usadas por muitos aqui na conferência: falou acima de tudo sobre a importância do 2º período de cumprimento de Quioto; apelou a que a sala não esteja dividida e alinha com Índia. (Presidente vai permitir mais intervenções, nomeadamente Paquistão, Guatemala, El Salvador, Chile, Panamá, Brasil, e fechou inscrições).
23h51 (01h51 em Durban): China: a responsabilidade está nos países que têm aderido a instrumentos legais e que não têm assegurado as acções correspondentes às suas responsabilidades; pelo discurso China parece alinhada com Índia.
23h45 (01h45): Bangladesh: apoia o pacote da Presidência como está. Segue-se a China e depois a Bósnia-Herzegovinia. A seguir terminará o plenário informal e começarão as sessões formais do Protocolo de Quioto e depois da Convenção.
23h38 (01h38): Granada: “resultado legal” tem de ser lido e claro no contexto e só um protocolo ou um instrumento legal é que são consistentes com os compromissos de Quioto e representa consequências e que é verificável. A própria existência futura da pequena ilha de Granada é que garante integridade.
23h28 (01h28 em Durban): Índia insiste em manter no texto “resultado legal”, clarificando que discorda de instrumento legal ou protocolo; mesmo que o país seja considerado responsável pelo falhanço das negociações justificando que o faz em nome da equidade. A Índia diz que não aceita mas também não faz chantagem.
23h17 (01h17): Connie Hedegaard, Comissária do Clima, pela União Europeia afirma que aceita apenas, como a Quercus previu anteriormente, um protocolo ou um instrumento legal e não um resultado global. Intervenção fortemente aplaudida! Colômbia não aceita resultado final e aplicação apenas em 2020.
23h05 (01h05): Presidente da COP, Maite Nkoana-Mashabane: “mesmo a estas horas da madrugada podemos fazer história.” Em causa estão quatro decisões que farão parte do Pacote de Durban: 2º período de cumprimento do Protocolo de Quioto, o relatório do grupo de trabalho de cooperação de longo prazo (AWG-LCA), o Fundo Climático Verde e a Plataforma de Durban.
22h58 (00h58): Maite Nkoana-Mashabane, presidente da COP17, anuncia que vai dar início ao plenário informal dentro de um minuto.
22h45 (00h45): Plenário informal ainda não começou. Webcast continua a indicar "brevemente"
22h40 (00h40): Alianças? Todd Stern (EUA) com Figueiredo (Brasil) e Índia
22h40 (00h40): Cláudia Salerno da Venezuela e outros países da América Latina
22h10 (00h10, 11 de Dezembro, em Durban): Início previsto para um plenário informal conjunto das Partes do Protocolo de Quioto e da Convenção (COP/MOP)
21h40 (23h40 em Durban): Terminou a aprovação do relatório do grupo de trabalho ad-hoc sobre cooperação de longo prazo (AWG-LCA) com protestos da Venezuela por considerar o documento muito pouco ambicioso para seguir o seu caminho para a Convenção (o orgão formal onde será aprovado daqui a algumas horas). Outros países também manifestaram as fraquezas do documento mas consideraram que mesmo assim, e depois de catorze sessões de discussão, merecia ser considerado finalizado como está.
Páginas oficiais
UNFCCC
IPCC
Campanhas
350.org
Civil Society Committee for COP17
Blogues
Outubro 2011